DER-RJ instala novos radares na RJ-104 e na RJ-106
25/03/2026
(Foto: Reprodução) O Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ) informou que começou nesta terça-feira (24) a instalar novos radares nas rodovias RJ-104 (antiga Niterói-Manilha) e RJ-106 (Amaral Peixoto), que cortam vários municípios das regiões Metropolitana e dos Lagos.
Segundo o órgão, a medida faz parte de um processo de modernização do sistema de fiscalização eletrônica, com o objetivo de reforçar a segurança viária para motoristas e pedestres.
Ao todo, serão disponibilizados 390 equipamentos em rodovias estaduais. Os novos dispositivos vão substituir radares antigos em pontos já existentes e serão instalados em novos trechos considerados estratégicos.
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Na RJ-104, em um trecho de cerca de 21 quilômetros, estão previstos 11 redutores de velocidade nos 2 sentidos da via, que corta Niterói, São Gonçalo e Itaboraí.
Já na RJ-106, ao longo de aproximadamente 200 quilômetros, devem ser instalados 133 equipamentos, entre redutores de velocidade e controladores de avanço de sinal. A estrada passa por Niterói, São Gonçalo, Maricá, Saquarema, Araruama, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras e Macaé.
A relação completa com a localização dos radares será divulgada no site oficial do DER-RJ à medida que os equipamentos entrarem em operação. A previsão é que todo o sistema esteja funcionando até junho.
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Trânsito na Rodovia Amaral Peixoto, em São Pedro da Aldeia
Rodrigo Marinho/g1
Reclamações de moradores
Moradores da região afirmam que a falta de radares, lombadas e passarelas ainda coloca pedestres em risco em diferentes pontos das rodovias.
O telespectador Roberto Carlos de Abreu relatou preocupação com um trecho da RJ-106, na altura do Km 9, em Várzea das Moças, onde fica o Colégio Estadual Souza Soares.
“Havia um radar de velocidade, mas foi retirado, colocando os alunos em risco”, disse.
Já o morador Marco Aurélio, de Rio do Ouro, em São Gonçalo, afirma que a retirada de radares aumentou o perigo na via, especialmente na altura do Km 6,5, na chamada Curva do Vento.
Ele diz que os veículos trafegam em alta velocidade e que pedestres precisam circular pela pista, o que eleva o risco de acidentes.
Segundo o DER-RJ, a escolha dos pontos de instalação leva em conta critérios técnicos, e os equipamentos serão ativados de forma gradual.